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Microrevestimento Asf√°ltico - Terrena Asfaltos

MICROREVESTIMENTO ASF√ĀLTICO

Moderna tecnologia da pavimentação asfáltica, desenvolvida e consagrada em países da Europa e nos Estados Unidos, a partir dos anos 90, tecnologia esta, oriunda das lamas asfálticas selantes, para a proteção, impermeabilização e rejuvenescimento superficial e estético dos pavimentos asfálticos em início de desgaste pela ação do tráfego e envelhecimento (oxidação do betume) pelo intemperismo climático, provocando fissuras e perda de materiais da camada asfáltica existente, quando se torna necessário uma conservação mais atuante e onerosa (início de buracos) através de serviços de tapa buracos e remendos, comprometendo sensivelmente a estética do pavimento.

No Brasil, com o advento das concess√Ķes de rodovias, inicialmente no sul e sudeste do pa√≠s, √† partir de meados de 1995, novas tecnologias tem sido adotadas com sucesso para a conserva√ß√£o ou melhoramentos dos pavimentos asf√°lticos, atrav√©s de superposi√ß√£o com novas camadas, objetivando a reabilita√ß√£o da superf√≠cie de rolamento, implementando fatores para a seguran√ßa do tr√°fego, com o emprego de materiais p√©treos de melhor qualidade e de granulometrias diferenciadas, nas composi√ß√Ķes de misturas asf√°lticas com o emprego de asfaltos modificados (melhorados) por pol√≠meros (borracha sint√©tica), resultando em maior vida √ļtil dos pavimentos executados com estes materiais.

Entre as novas tecnologias implantadas, normatizadas em especifica√ß√Ķes brasileiras com o emprego de asfaltos/ pol√≠meros, a de micro revestimento a frio, tem sido adotada usualmente nos servi√ßos de micro-recapeamento das rodovias concessionadas e em franca implanta√ß√£o, em rodovias federais, estaduais, vias urbanas e aeroportu√°rias.
A tecnologia do micro revestimento asf√°ltico a frio, com o emprego de emuls√Ķes asf√°lticas modificadas por pol√≠meros, contemplada por especifica√ß√Ķes brasileiras e ISSA/Internacional onde s√£o determinadas as caracter√≠sticas dos materiais empregados e procedimentos de execu√ß√£o, visam garantir a qualidade do servi√ßo a ser realizado.

CONCEITOS SOBRE O MICROREVESTIMENTO ASF√ĀLTICO:

O microrrevestimento √© um revestimento betuminoso modificado por pol√≠meros, de espessuras delgadas, constitu√≠dos de elementos minerais (agregados) de dimens√Ķes reduzidas, de elevada superf√≠cie espec√≠fica, necessitando de relativo teor de ligante asf√°ltico (aglutinante) para o envolvimento de todas as part√≠culas minerais, resultando um composto de alta resist√™ncia ao desgaste por abras√£o, de baixa permeabilidade e anti-derrapante.
DEFINIÇÃO:

Microrrevestimento é uma mistura asfáltica aplicada a frio, constituída de agregados de graduação contínua, filler, água, aditivos se necessário, emulsão asfáltica modificada por polímeros elastoméricos, de ruptura rápida (quick setting), projetada para ser aplicada em consistência fluida, com o uso de equipamento especializado (usina móvel).

Um processo preponderantemente químico, modifica o estado da mistura asfáltica em consistência semi-líquida, para uma mistura densa/ coesa, proporcionando a abertura (normalização) ao tráfego ao período de 1 hora (de cura ao sol) após a sua aplicação.

EMPREGO:

O microrrevestimento é utilizado em projetos de reabilitação de superfície de pavimentos, sendo normalmente projetado para rodovias ou vias urbanas com aplicação em dupla camada: (regularização/impermeabilização e rugosidade/rolamento).

Apresentam caracter√≠sticas de excelente ader√™ncia ao pavimento a ser tratado, elevada coes√£o de seus componentes, pela qualidade dos materiais empregados neste servi√ßo, em atendimento √†s especifica√ß√Ķes, espessura regular, uniforme e alto desempenho, de suas caracter√≠sticas √† longo prazo. Tamb√©m √© projetado como revestimento asf√°ltico em camada de rolamento, constituindo a capa asf√°ltica sobre base imprimada, na implanta√ß√£o de pavimentos em vias urbanas e em rodovias de baixo volume de tr√°fego.

Dentre as finalidades de sua aplicação, destacam-se as seguintes:

  • Impermeabilizar revestimentos antigos com desgaste superficial;
  • Prote√ß√£o de revestimentos recentes de gradua√ß√£o aberta;
  • Selar fissuras (<3mm) e melhoria est√©tica de pavimentos antigos;
  • Elevar o coeficiente de atrito (pneu/pavimento/rugosidade);
  • Revestimento delgado sobre pavimento/preserva√ß√£o do greide da pista;
  • Camada auto-aderente ao pavimento subjacente, salvo necessidade de pintura liga√ß√£o quando recomendada;
  • Enchimento (nivelamento de trilhas de rodas / <2cm);
  • Prolongar per√≠odo de vida √ļtil dos pavimentos asf√°lticos.

COMPONENTES DO MICROREVESTIMENTO:

Emuls√£o Asf√°ltica: (RC1C- E)

Caracter√≠sticas tecnol√≥gicas: emuls√£o asf√°ltica cati√īnica modificada por pol√≠meros elastomericos (SBS,SBR) de microrrevestimento asf√°ltico a frio, de ruptura r√°pida controlada,com coes√£o e cura r√°pida (ao sol).
(Vide Ficha T√©cnica: n¬ļ 050/RC1C- E)

Agregados:

Os agregados empregados em microrrevestimento, devem apresentar caracter√≠sticas tecnol√≥gicas em conformidade com as especifica√ß√Ķes t√©cnicas projetadas ao servi√ßo √† ser realizado. A qualidade destes materiais √© fundamental √† durabilidade do servi√ßo, sendo indicadas nas especifica√ß√Ķes as faixas granulom√©tricas a serem adotadas ao tipo de camada.

Os agregados individualmente ou a mistura de agregados (composi√ß√£o granulom√©trica do tra√ßo com o emprego de 1, 2, 3, e at√© 4 materiais p√©treos) dever√£o ser peneirados em malha na dimens√£o definida pelo projeto, para expurgar elementos gra√ļdos e promover √† mistura√ß√£o (entrosamento) do material final √† ser utilizado.

As dimens√Ķes granulom√©tricas dos tra√ßos (misturas) de agregados normalmente s√£o referidas como:mistura de agregados 0/4mm, 0/6mm, 0/9mm e 0/12mm.

Na composi√ß√£o destes tra√ßos, empregam-se agregados 100% britados, tipos: p√≥ de pedra 3/16‚ÄĚ (4mm), p√≥ de pedra grosso ou granilha 1/4″ (6mm), brita ou gravilh√£o 3/8‚ÄĚ (9,5mm) e brita de 1/2‚ÄĚ (12mm).

Os elementos fillerizados (<#200) destes agregados, submetidos a ensaio de reatividade com solu√ß√£o de azul de metileno, poder√° determinar a presen√ßa de inorg√Ęnicos prejudiciais √† qualidade, inviabilizando o emprego do material.

Filler: (Aditivo sólido)

Os filleres geralmente incorporados ao traço de agregados, têm caráter reativo (ex: cimento Portland, cal hidratada etc..) para promover processo tixotrópico da mistura asfáltica fluida.

S√£o tamb√©m (os filleres ativos) denominados de aditivo s√≥lido, pois apresentam rea√ß√Ķes de acelera√ß√£o ou retardamento de ruptura e cura da emuls√£o asf√°ltica no seio da argamassa asf√°ltica (microrrevestimento), em fun√ß√£o da natureza mineral√≥gica do agregado empregado.

(Nota: O consumo destes filleres ativos ou aditivos s√≥lidos √© indicado no projeto da massa asf√°ltica, geralmente em 1.0% em peso dos agregados, podendo sofrer varia√ß√£o do teor, em fun√ß√£o das condi√ß√Ķes clim√°ticas do local da obra e da temperatura da pista no ato da aplica√ß√£o, ou seja, temperaturas elevadas = maior consumo para o equil√≠brio tixotr√≥pico da mistura asf√°ltica fluida, independente de especifica√ß√Ķes de servi√ßos que determinam varia√ß√£o permitida em 0,3% ¬Īem rela√ß√£o ao projeto, pois a fun√ß√£o principal destes elementos √© a de estabilidade do tempo de mistura√ß√£o para possibilitar a aplica√ß√£o do microrrevestimento, n√£o tendo fun√ß√£o espec√≠fica de granulometria no tra√ßo de agregados, evitando-se o seu consumo em teores superiores √† 2,0%, podendo ocorrer rea√ß√£o de colora√ß√£o diferenciada da massa asf√°ltica durante o processo de ruptura/cura, em condi√ß√£o clim√°tica de alta incid√™ncia solar ou ainda em tempo nublado).

Aditivo Liquido:

Aditivos l√≠quidos, quando necess√°rio, dever√£o ser incorporados na mistura asf√°ltica, durante o ato de usinagem para adequa√ß√£o dos tempos necess√°rios √†s opera√ß√Ķes de mistura√ß√£o, espalhamento e de ruptura da emuls√£o no seio da argamassa de microrrevestimento (acelerar ou retardar).

As caracter√≠sticas mineral√≥gicas dos agregados indicam, j√° no projeto da mistura a necessidade do emprego destes materiais, ou ainda, se necess√°ria a sua adi√ß√£o no ato da aplica√ß√£o (condi√ß√£o clim√°tica de temperatura alta/calor). Aditivo l√≠quido Brasqu√≠mica: Petrodope ‚Äď WV50 (Ficha t√©cnica:n¬ļ 036)

√Āgua:

√Ā √°gua a ser empregada na usinagem da mistura asf√°ltica, cujo teor √© vari√°vel, a depender das condi√ß√Ķes de umidade dos agregados para proporcionar a consist√™ncia fluida adequada √† aplica√ß√£o (espalhamento) do microrrevestimento, dever√° ser limpa, isentos de materiais org√Ęnicos ou argila em suspens√£o, isenta de sais minerais dissolvidos ou de produtos qu√≠micos de tratamento.

√Ä presen√ßa de sais solubilizados (n√£o vis√≠veis) na √°gua de mistura√ß√£o, acarretam rea√ß√£o de desestabiliza√ß√£o da emuls√£o asf√°ltica, tornando impratic√°vel a opera√ß√£o de usinagem do microrrevestimento, sendo importante o encaminhamento da amostra da mesma, que ser√° utilizada na realiza√ß√£o dos servi√ßos, juntamente com os materiais britados que ser√£o transportados para o canteiro de obras (‚Äúbritagens recentes‚ÄĚ), para o laborat√≥rio de projeto da mistura asf√°ltica, para a comprova√ß√£o de suas caracter√≠sticas t√©cnicas.

Nota: Estudos realizados em √©pocas anteriores (remotas), sobre os materiais, n√£o caracterizam as reais condi√ß√Ķes dos mesmos, no momento de realiza√ß√£o dos servi√ßos.

EQUIPAMENTO/APLICAÇÃO:

O microrrevestimento asfáltico a frio é aplicado com um equipamento específico, denominado de usina móvel de micro, constituído de silos de agregados, de filler, de fibras, tanques de emulsão, de água e de aditivo líquido, um misturador de eixo duplo e paletas (pug-mill), montados sobre chassi, e uma caixa distribuidora dotada de eixos helicoidais para promover a constante homogeneidade da mistura asfáltica em seu estado fluido.

A aus√™ncia desta mistura√ß√£o (complementar) junto √† caixa distribuidora pode promover a ruptura da emuls√£o asf√°ltica (fen√īmeno denominado ‚Äúruptura por in√©rcia‚ÄĚ), impossibilitando a aplica√ß√£o da mistura asf√°ltica.

CURA E ABERTURA AO TR√ĀFEGO:

Após a aplicação da camada de microrrevestimento, é necessário aguardar período de ruptura total e cura, para a evaporação da umidade constituinte do sistema e estabilidade (coesividade) da mistura asfáltica, ao período de uma (01) hora (exposição ao sol) e abertura ao tráfego.

Para as obras viárias, a ação do tráfego é suficiente para garantir a compactação da camada (delgada) de microrrevestimento. No caso de pistas de aeroportos, de alta velocidade (automobilismo) e em pátios de estacionamento, a compactação (rolagem) com equipamento de pneus se faz obrigatória.

Nota: vide Informativo T√©cnico ‚ÄúBrasqtec n¬ļ028: recomenda√ß√Ķes √† aplica√ß√£o ‚Äď1‚ÄĚ, sobre condi√ß√£o clim√°tica e per√≠odos para a aplica√ß√£o de microrrevestimento.

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